sábado, 19 de julho de 2014
sábado, 7 de dezembro de 2013
Convite Artever
A Direcção do Artever, Grupo de Artes Plásticas da Amadora e os autores convidam V. Ex.ª para estar presente na inauguração da exposição colectiva
Pequeno Formato
que terá lugar na Galeria Espaço Artever dia 13 de Dezembro 2013 pelas 18:30 horas
A exposição estará patente até 21 de Dezembro de 2013, de segunda e sexta das 15:00 às 19:00
Local Rua Padre António Vieira Loja 22 B, Amadora. Telefone: 214741173
email: artever.ever@gmail.com
http://artever.blogspot.com/
http://artever.blogspot.com/
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Linguagem poética - No tempo em que os balões tocavam as estrelas
No Tempo em que os Balões tocavam as Estrelas
Naquele tempo passava horas a olhar estrelas...
Imaginava o que seria um dia lá chegar.
Lembro-me que os dois íamos vê-las
Para encontrar o que estava lá no ar.
Então mostravas-me como se relacionavam
No espaço parecia que estavam a dançar
Traçavam linhas imaginárias que piscavam
E enchiam de brilho o nosso olhar.
Contigo aprendi um pouco mais em cada dia
E de noite lá íamos olhar aquele céu estrelado
Eram as constelações que agora eu conhecia
E que sempre curiosa observava a teu lado.
Um dia ao chegares trouxeste-me um balão
Era delicioso esse brinquedo para mim
Sem querer deixei de o sentir na minha mão
E vi-o afastar-se no espaço sem ter fim...
Disseste-me para observar apenas e não chorar
Porque na vida havia um tempo de partir
Mas não queria nisso acreditar
Porque eu só me queria divertir
Nos dias mais frios nem sequer saíamos
Escutava o que no teu violino me tocavas
Lias-me os teus poemas mais românticos
Ouviamos os tangos que adoravas.
As nossas vidas passavam devagarinho
Saboreando o que ainda nos restava delas
Hoje para bem longe já ficou, Paizinho,
O tempo em que os balões tocavam as estrelas.
Partiste como o balão que se afastou no céu...
2013-08-24
Marina dos santos
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Linguagem Poética - Caminho de Água
Caminho de Água
Há muito que não sentia o rio
Há muito que não observava aquela ave...
Revê agora o caminho tão macio,
Que serpenteia, mas que permanece tão suave.
Calmamente caminha pelo rio acima,
Sem se preocupar com o leito que o acolhe,
Pois macio é aquele sorriso que o anima
E suave é o futuro que hoje escolhe.
Tranquilo escolhe o caminho a seguir,
Mas as águas não param de cantar,
Chamam como que a pedir
Para nele se banhar e mergulhar.
Mergulha no caminho que seguiu
Pára junto de quem o compreende
Pediu o que agora conseguiu
E a sorte finalmente o surpreende!
Por fim deitou-se sobre o manto verde
E olhando o céu azul sentiu imensa paz
Pois hoje sabe que não se perde
Aquilo que se vive e o que se faz
2013-08-20
Marina dos Santos
sábado, 13 de julho de 2013
Linguagem Poética... Saudade
Saudade é um lamento
de quem foi feliz um dia,
mas que apenas se iludiu
com sua própria alegria.
Longe de ti caminhei
perto de ti sempre estive...
o que senti só eu sei
pois só lembranças eu tive
Se teu doce envolvimento
fez feliz uma alma querida
saudade é contentamento
que se sente toda a vida
Saudades leva-as o vento
quando não queremos sofrer...
hoje aproveito o momento
o meu conceito é VIVER!
Marina dos Santos
terça-feira, 2 de julho de 2013
Linguagem Poética... Teia
A Teia
O céu era negro, a terra era árida,
água não havia, nada germinava...
Em melancolia me quis fechar
e na terra fria me vi a tombar.
Criei uma teia, vivi num casulo,
foi a protecção dos males do mundo.
Passei a expor só os pensamentos,
nem sentia o corpo, este mal se via...
A teia cresceu mas eu nunca parei
ao longo da vida o que fiz mostrei:
pinturas sem conta, sempre transparentes
emoções vividas, ternas, muito quentes.
Criei muitos laços, projectos sem fim,
com mais sonhadores com quem sempre vivi.
Pintura e Gravura são sonhos erguidos
e vezes sem conta neles te encontrei.
Minha antiga teia acabei por rasgar,
se o Mundo se oferece quero aproveitar...
O céu está claro, curiosos, pela mata iremos...
e assim amanhã muitas árvores pintadas teremos!
O céu era negro, a terra era árida,
água não havia, nada germinava...
Em melancolia me quis fechar
e na terra fria me vi a tombar.
Criei uma teia, vivi num casulo,
foi a protecção dos males do mundo.
Passei a expor só os pensamentos,
nem sentia o corpo, este mal se via...
A teia cresceu mas eu nunca parei
ao longo da vida o que fiz mostrei:
pinturas sem conta, sempre transparentes
emoções vividas, ternas, muito quentes.
Criei muitos laços, projectos sem fim,
com mais sonhadores com quem sempre vivi.
Pintura e Gravura são sonhos erguidos
e vezes sem conta neles te encontrei.
Minha antiga teia acabei por rasgar,
se o Mundo se oferece quero aproveitar...
O céu está claro, curiosos, pela mata iremos...
e assim amanhã muitas árvores pintadas teremos!
Marina dos Santos
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