21 de Abril 2018 Colectiva Artever
segunda-feira, 16 de abril de 2018
sábado, 13 de dezembro de 2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
sábado, 19 de julho de 2014
sábado, 7 de dezembro de 2013
Convite Artever
A Direcção do Artever, Grupo de Artes Plásticas da Amadora e os autores convidam V. Ex.ª para estar presente na inauguração da exposição colectiva
Pequeno Formato
que terá lugar na Galeria Espaço Artever dia 13 de Dezembro 2013 pelas 18:30 horas
A exposição estará patente até 21 de Dezembro de 2013, de segunda e sexta das 15:00 às 19:00
Local Rua Padre António Vieira Loja 22 B, Amadora. Telefone: 214741173
email: artever.ever@gmail.com
http://artever.blogspot.com/
http://artever.blogspot.com/
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Linguagem poética - No tempo em que os balões tocavam as estrelas
No Tempo em que os Balões tocavam as Estrelas
Naquele tempo passava horas a olhar estrelas...
Imaginava o que seria um dia lá chegar.
Lembro-me que os dois íamos vê-las
Para encontrar o que estava lá no ar.
Então mostravas-me como se relacionavam
No espaço parecia que estavam a dançar
Traçavam linhas imaginárias que piscavam
E enchiam de brilho o nosso olhar.
Contigo aprendi um pouco mais em cada dia
E de noite lá íamos olhar aquele céu estrelado
Eram as constelações que agora eu conhecia
E que sempre curiosa observava a teu lado.
Um dia ao chegares trouxeste-me um balão
Era delicioso esse brinquedo para mim
Sem querer deixei de o sentir na minha mão
E vi-o afastar-se no espaço sem ter fim...
Disseste-me para observar apenas e não chorar
Porque na vida havia um tempo de partir
Mas não queria nisso acreditar
Porque eu só me queria divertir
Nos dias mais frios nem sequer saíamos
Escutava o que no teu violino me tocavas
Lias-me os teus poemas mais românticos
Ouviamos os tangos que adoravas.
As nossas vidas passavam devagarinho
Saboreando o que ainda nos restava delas
Hoje para bem longe já ficou, Paizinho,
O tempo em que os balões tocavam as estrelas.
Partiste como o balão que se afastou no céu...
2013-08-24
Marina dos santos
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Linguagem Poética - Caminho de Água
Caminho de Água
Há muito que não sentia o rio
Há muito que não observava aquela ave...
Revê agora o caminho tão macio,
Que serpenteia, mas que permanece tão suave.
Calmamente caminha pelo rio acima,
Sem se preocupar com o leito que o acolhe,
Pois macio é aquele sorriso que o anima
E suave é o futuro que hoje escolhe.
Tranquilo escolhe o caminho a seguir,
Mas as águas não param de cantar,
Chamam como que a pedir
Para nele se banhar e mergulhar.
Mergulha no caminho que seguiu
Pára junto de quem o compreende
Pediu o que agora conseguiu
E a sorte finalmente o surpreende!
Por fim deitou-se sobre o manto verde
E olhando o céu azul sentiu imensa paz
Pois hoje sabe que não se perde
Aquilo que se vive e o que se faz
2013-08-20
Marina dos Santos
sábado, 13 de julho de 2013
Linguagem Poética... Saudade
Saudade é um lamento
de quem foi feliz um dia,
mas que apenas se iludiu
com sua própria alegria.
Longe de ti caminhei
perto de ti sempre estive...
o que senti só eu sei
pois só lembranças eu tive
Se teu doce envolvimento
fez feliz uma alma querida
saudade é contentamento
que se sente toda a vida
Saudades leva-as o vento
quando não queremos sofrer...
hoje aproveito o momento
o meu conceito é VIVER!
Marina dos Santos
terça-feira, 2 de julho de 2013
Linguagem Poética... Teia
A Teia
O céu era negro, a terra era árida,
água não havia, nada germinava...
Em melancolia me quis fechar
e na terra fria me vi a tombar.
Criei uma teia, vivi num casulo,
foi a protecção dos males do mundo.
Passei a expor só os pensamentos,
nem sentia o corpo, este mal se via...
A teia cresceu mas eu nunca parei
ao longo da vida o que fiz mostrei:
pinturas sem conta, sempre transparentes
emoções vividas, ternas, muito quentes.
Criei muitos laços, projectos sem fim,
com mais sonhadores com quem sempre vivi.
Pintura e Gravura são sonhos erguidos
e vezes sem conta neles te encontrei.
Minha antiga teia acabei por rasgar,
se o Mundo se oferece quero aproveitar...
O céu está claro, curiosos, pela mata iremos...
e assim amanhã muitas árvores pintadas teremos!
O céu era negro, a terra era árida,
água não havia, nada germinava...
Em melancolia me quis fechar
e na terra fria me vi a tombar.
Criei uma teia, vivi num casulo,
foi a protecção dos males do mundo.
Passei a expor só os pensamentos,
nem sentia o corpo, este mal se via...
A teia cresceu mas eu nunca parei
ao longo da vida o que fiz mostrei:
pinturas sem conta, sempre transparentes
emoções vividas, ternas, muito quentes.
Criei muitos laços, projectos sem fim,
com mais sonhadores com quem sempre vivi.
Pintura e Gravura são sonhos erguidos
e vezes sem conta neles te encontrei.
Minha antiga teia acabei por rasgar,
se o Mundo se oferece quero aproveitar...
O céu está claro, curiosos, pela mata iremos...
e assim amanhã muitas árvores pintadas teremos!
Marina dos Santos
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Linguagem poética... Doce Olhar
Doce olhar
Encosto-me à cortina e olho a rua
observo o que imagino ser real...
Voltas de novo à casa que foi tua
mas onde nada agora está igual.
Encosto-me mais um pouco
e logo sinto o teu aroma, o teu calor...
Da garganta sai-me um grito rouco
vejo brilho nos teus olhos, meu amor.
Encosto-me agora mais ainda
e apesar de saber que já não vens,
vejo-te lá longe, estás tão linda,
também é meu o doce olhar que tens.
Continuas sempre meiga, querida Mãe!
Passaram tantos anos, por favor, vem, vem...vem.
Marina dos Santos
Encosto-me à cortina e olho a rua
observo o que imagino ser real...
Voltas de novo à casa que foi tua
mas onde nada agora está igual.
Encosto-me mais um pouco
e logo sinto o teu aroma, o teu calor...
Da garganta sai-me um grito rouco
vejo brilho nos teus olhos, meu amor.
Encosto-me agora mais ainda
e apesar de saber que já não vens,
vejo-te lá longe, estás tão linda,
também é meu o doce olhar que tens.
Continuas sempre meiga, querida Mãe!
Passaram tantos anos, por favor, vem, vem...vem.
Marina dos Santos
domingo, 30 de junho de 2013
Linguagem Poética... Envolvidos
Envolvidos
Envolvidos sonhamos caminhadas
Em terrenos sabiamente percorridos
São apenas brumas palmilhadas
A sublimar as dúvidas dos sentidos
Envolvidos ganhamos confiança
Imaginamos novos dias produtivos
Em nós não termina a esperança
E somamos muitos dias criativos.
Envolvidos seremos sempre fortes
No sul encontraremos mares amenos
Com ternura criaremos nortes
Alicerces para dias mais serenos
Marina dos Santos
Linguagem Poética... Suavemente
.
Suavemente...
A pouco e pouco derramo seiva, mel, âmbar.
Dos gestos lentos alastram cores de luz.
Com energia registo movimentos
contrastes de textura e contra-luz.
Suavemente estou a terminar...
Observo e revejo-me no que faço
acalmo assim a enorme inquietação
na dor contida no mais pequeno traço.
Marina dos Santos
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
sábado, 25 de agosto de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
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